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CURIOSIDADE

Desaparecidos: como a Polícia Federal descobre o paradeiro de pessoas que somem


Por Fabio Serapiao, Letícia Pille

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Imagem ilustrativa. (Foto: Banco de imagens freepik)

Na busca por pessoas desaparecidas, a Polícia Federal (PF) se vale de uma série de bancos de dados cujo acesso, por conter informações sensíveis, são normalmente restritos à corporação.

 

Utilizando recursos de inteligência, a PF cruza informações sobre movimentações financeiras, registros migratórios e atualizações cadastrais, permitindo identificar padrões ou encontrar pistas que auxiliem na solução dos casos.

 

A iniciativa da PF para centralizar e padronizar a investigação de desaparecimentos no Brasil e no exterior é o Projeto Lumini. Criado em 2023, ele busca agilizar a localização de pessoas desaparecidas ao integrar diferentes bases de dados e coordenar esforços entre órgãos de segurança.

 

Um dos eixos de atuação do projeto é a busca por pessoas desaparecidas vivas. Normalmente, os agentes são acionados para esses casos pelos estados quando a Polícia Civil não consegue solucioná-los.

 

As estratégias utilizadas pela PF

Para encontrar pessoas vivas com status de desaparecidas, a PF utiliza um conjunto de bancos de dados para reunir informações que podem indicar seu paradeiro. Dentre as principais táticas empregadas estão:

Verificação de emissão de novos documentos: Caso a pessoa tenha solicitado um novo CPF ou passaporte após o desaparecimento, essa informação pode ser um indicativo importante sobre sua localização;

Consulta a registros migratórios: A PF pode identificar se a pessoa viajou para o exterior, se embarcou em algum voo ou se foi barrada na imigração ao tentar ingressar ilegalmente em outro país;

Análise de movimentações financeiras: Se o desaparecido recebeu auxílio emergencial, esse registro pode ser analisados para identificar sua possível localização;

Atualização cadastral: Mudanças de endereço e novos números de telefone vinculados ao CPF do desaparecido são monitorados para entender se há alguma movimentação recente;

Monitoramento de atividades digitais suspeitas: Em alguns casos, a PF verifica se o desaparecido passou por sites associados à exploração sexual ou outras atividades ilícitas.

 

Fonte: Fabio Serapião | Metrópoles


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